Hora de fazer um crianças oftalmológico nas crianças

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Já na primeira infância é possível perceber a presença de vícios de refração, como miopia, hipermetropia e astigmatismo, que são comuns e devem ser corrigidos.

O início do ano letivo é uma ótima oportunidade para realizar um check-up oftalmológico nas crianças. Já na primeira infância é possível perceber a presença de vícios de refração, como miopia, hipermetropia e astigmatismo, que são comuns e devem ser corrigidos com uso de óculos ou lentes de contato.

O estrabismo também é freqüente nesta faixa etária, além das conjuntivites infecciosas e alérgicas.“Apesar de já saberem expressar o que sentem, crianças nesta faixa etária, muitas vezes, não sabem que enxergam mal. Algumas delas só percebem o problema quando são alfabetizadas: ou porque não vêem a lousa direito ou porque sentem dores de cabeça ao estudar. Antes disso, a criança pode achar que enxergar embaçado ou que não ver o que está mais longe é normal”, afirma o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do Instituto de Moléstias Oculares, IMO.

Na sala de aula ou durante o horário do recreio, os professores também podem observar sinais de que os alunos apresentam algum problema de visão e devem passar por uma consulta oftalmológica.A criança pode usar óculos para melhorar a sua acuidade visual, aliviar os sintomas oculares e para corrigir certos tipos de estrabismo.

Os óculos com grau para as crianças só podem ser receitados pelo oftalmologista e recomenda-se que sejam conferidos após serem feitos.

“As armações devem ser, de preferência, de acrílico, por serem mais resistentes. Devem, também, estar bem adaptadas ao rosto da criança, não podem estar soltas ou apertar o nariz ou atrás das orelhas. As hastes que se prendem atrás das orelhas são melhores para as crianças”, informa a médica.

Se a criança e a família optarem pelo uso das lentes de contato, “ a adaptação deve ocorrer com a supervisão do oftalmologista”, completa.

General optical lança coleção de óculos Ana Hickmann na europa

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

A General Optical (GO) empresa que gerencia no Brasil marcas de óculos próprias e internacionais, em parceria com a Allison, quarta maior empresa internacional fabricante de óculos, lança na Europa a coleção Ana Hickmann Eyewear. A apresentadora é a primeira celebridade a lançar sua marca no maior comércio de moda mundial. Cerca de 200 mil euros foram aplicados na divulgação da Ana Hickmann Eyewear nos mercados de Portugal e Itália, onde os óculos serão comercializados inicialmente em dois mil pontos de vendas.

“A parceria com uma das maiores fabricantes de óculos do mundo é um aval e um reconhecimento ao desempenho da marca, que tem apresentado constante crescimento nos últimos anos e já está entre as cinco maiores marcas do mercado óptico nacional”, destaca Ronaldo Pereira, diretor-executivo da General Optical. “A GO está sempre alinhada e antenada ao mundo da moda”, afirma Pereira. Confiante na resposta do mercado europeu, o executivo declara: “Na Europa há um conceito de desejo sobre os produtos usados no Brasil, principalmente aqueles relacionados ao clima tropical.”

Os óculos Ana Hickman misturam linhas clássicas e modernas e são fabricados com acetato brilhante, um material leve e antialérgico. Hastes trabalhadas com o logotipo em metal, detalhes coloridos e armações grandes são características da linha, que esbanja elegância, sofisticação e vitalidade.

A ex-modelo Ana Hickmann não se destaca apenas por ser uma das mais belas e charmosas mulheres do planeta. Nos últimos tempos, a apresentadora passou a licenciar produtos e hoje desponta como um dos maiores fenômeno do mercado brasileiro. Ao todo, já são nove os itens sob a marca da apresentadora,incluindo biquínis, sapatos, máquinas fotográficas e jeans entre outros itens. “Esta parceria internacional com uma griffe de óculos é algo único no mercado brasileiro de moda e aposto muito no potencial do mercado europeu. Em breve entraremos no mercado norte-americano ”, conclui, confiante, Ana Hickmann.

A marca Ana Hickmann Eyewear foi lançada oficialmente no mercado europeu no último dia 26 na cidade de Lisboa, em um grande evento para mais de 500 convidados. Estavam presentes editores de moda das principais revistas européias, celebridades do mundo fashion português e distribuidoras especializadas que serão responsáveis pela comercialização do produto na Europa.

Perfil da General Optical A General Optical licencia no Brasil marcas próprias e internacionais, atuando no desenvolvimento da estratégia de marketing, merchandising e promoção. A empresa é proprietária das marcas nacionais Bulget, Ana Hickmann, Atitude (assinada pela cantora Wanessa Camargo) e Fause Haten. Além disso, possui a licença da marca Speedo para o mercado óptico. Atendendo ao mercado de alto luxo a General Optical tem a exclusividade de licença das marcas de luxo Cartier, celebrada grife francesa de jóias e relógios, Mercedes Benz, com uma exclusiva coleção para o mercado brasileiro e Gianfranco Ferre – renomado estilista italiano e seu design vanguardista.

Óculos de sol exige padrão de qualidade

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Nem tudo é perecível e inofensivo no mundo da moda. Alguns estilos resistem ao tempo sem parecer cafona ou ridículo. Pelo contrário, são sinônimo de elegância, como os óculos escuros de armação grande, aqueles volumosos inspirados em Jacqueline Kennedy, a primeira-dama mais refinada do século XX. Bastante utilizado nas décadas de 60 e 70, o modelo permanece como tendência no verão 2008, ao lado de outros ainda maiores. Porém, esses charmosos acessórios tornam-se perigosos se não tiverem boa qualidade.

De acordo com Bira Andrade, gerente de logística da Fábrica de Óculos, o uso dos modelos com lentes mais largas só é seguro se o produto tiver procedência. “Por ser maior, esse tipo exige que seja confeccionado com uma curvatura adequada. O corte e o processo de composição da lente é diferenciado. Nem se parece com os produtos feitos a baixo custo“, explica.

O alerta, no entanto, vale para todos os modelos de óculos escuro, também conhecidos como solares, desde que sejam produtos confeccionados com qualidade. “É um acessório com dupla função: estética e saúde. As pessoas têm de proteger os olhos como fazem com as demais partes do corpo. É importante que seja comprado em lojas especializadas, como as óticas“, sinaliza Bento Alcoforado, presidente da Associação Brasileira de Produtos e Equipamentos Ópticos (Abiótica).
De janeiro a setembro de 2007, foram apreendidos seis milhões de óculos pirateados no Brasil.

Todos seriam vendidos a preços populares – entre R$ 10 e R$ 100. Enquanto isso, os originais chegam a custar mais que o quádruplo, como é o caso do modelo Avitor, da grife Ray ban, que custa em média R$ 489. No mostruário dos camelôs esses objetos a preços populares são atrativos pelo formato oval com lentes verdes e haste dourada, inspirado nas Forças Aéreas Norte-Americanas.

No Brasil, o mercado de óculos, incluindo os de grau, representa duas vezes o mercado de brinquedos. “São 23 mil pontos de venda licenciados como ótica no país“, conta. O nordeste é liderança no segmento - 28%, ou seja, 6,5 mil pontos de venda. Seguido por São Paulo, 26% - seis mil. Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espirito Santo juntos representam 22% - cinco mil.

BEM-ESTAR – A qualidade do produto é o diferencial para o bem-estar da visão. Óculos com lente sem filtro UV, como os que são vendidos nos camelôs ou até em butiques de shopping centers, a preços mais populares, podem ser mais perigosos do que não usar nenhum tipo de proteção. A lente escura engana o olho. “A pupila dilata facilitando a entrada dos raios ultravioleta. Pode atingir o cristalino, que é uma estrutura do olho parecido com o zoom da máquina fotográfica, e causar catarata“, alerta o oftalmologista Alberto Leitão Guerra.

Considerada crime pela lei 9.609, a pirataria torna acessível modelos cobiçados de grifes internacionais sem o mínimo padrão de qualidade, podendo agredir a saúde do consumidor. “De longe pode até ser parecido com o original, mas basta um olhar mais atento para perceber que a lente é de plástico ou vidro pintado, as hastes são mais frágeis e algumas estruturas chegam até a machucar o rosto“, conta Sônia Tenório, consultora do grupo Sàfilo do Brasil, responsável pela importação de grifes como Gucci, Empório Armani, Dior, Yves Saint-Laurent, Diesel, Hugo Boss, entre outras.

Segundo Leitão Gerra, os sintomas mais comuns são tontura, dor de cabeça e mal-estar. “O paciente acha que está doente, mas é apenas por causa do uso do óculos“, diz. As lentes fotosensíveis feitas em óticas são recomendadas. “Escurecem no sol e clareiam em ambientes internos“, explica Alcoforado.

O Conselho Brasileiro de Oftalmologia recomenda o uso de óculos escuro mesmo para as pessoas que não apresentam problema de visão. Os raios ultravioletas são danosos aos olhos, principalmente para quem reside próximo aos trópicos. “Outra doença associada a exposição indevida ao sol é o piterigio, conhecido popularmente como carne no olho“, acrescenta.
Ao comprar um óculos escuro fique atento a sensação de conforto. “A lente não pode ser escura a ponto de causar incomodo“, lembra Tenório. E nem todo óculos de sol pode ser adaptado para grau. “Em alguns casos a curvatura não permite, distorce a imagem, por isso é importante comprar o produto em óticas“, sinaliza Andrade.

Para reconhecer a qualidade do óculos escuro:
1. Em um primeiro contato, o consumidor pode ter dificuldade em identificar a qualidade do óculos escuro. Mas basta aproximá-lo dos olhos, sem por no rosto, e mexer suavemente para um lado e para o outro. Depois para cima e para baixo. Se distorcer a imagem, é sinal que a lente não foi fabricada com uma curvatura adequada e pode ser prejudicial a saúde.

2. Ao comprar um óculos escuro é fundamental exigir o tratamento UVA e UVB na lente. Para ter certeza da qualidade do produto, o cliente pode solicitar uma demonstração no UV Tester, aparelho que identifica o grau de proteção da lente, disponível em qualquer ótica.

Óculos escuros comprados em camelôs são o principal inimigo da fotofobia

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

A aversão à luz do Sol, conhecida como fotofobia, é uma reação natural de todo ser humano. No entanto, quando essa irritação se torna recorrente e passa a incomodar em excesso, um oftalmologista deve ser procurado pois pode ser algum sintoma de doença ocular. A fotofobia não tem cura, e quem a previne é também quem a remedia: os óculos escuros. Eles protegem os olhos do sol e evitam a aparição de doenças relacionadas à fotofobia.

Mas os médicos fazem um alerta: os óculos comprados em camelôs – que na maioria dos casos não possuem proteção contra os raios ultravioleta -, não só deixam de proteger, como podem causar danos à longo prazo na vista de quem os usa.

O oftalmologista Ubirajara Moulin explica as principais causas da fotofobia. Até sinusite pode acentuar o incômodo à luz solar. “Normalmente, se você tem fotofobia é sempre bom fazer exame oftalmológico. Nele o médico vai examinar o tipo de pupila do paciente, para saber se ele tem algum grau, ou se tem alguma inflamação da córnea ou conjuntivite, porque a claridade vai incomodar mais. Algumas pessoas que tem sinusite, dependendo da localização no movimento dos olhos, a vista dói e a claridade incomoda bastante. Se você tem fotofobia, primeira coisa a fazer é o exame oftalmológico para saber qual a melhor conduta que o oftalmologista vai dar para o seu caso”.

Os óculos de sol provenientes da China, facilmente encontrados por toda a Grande Vitória, prejudicam as pessoas que sofrem com a fotofobia. A maioria dos óculos não tem proteção contra os raios ultravioleta, mas fazem a pupila dilatar. Logo, ao invés de proteger os olhos da luz do Sol, eles aumentam o raio de incidência desses raios maléficos na vista das pessoas, e pode gerar doenças a longo prazo, como alteração na retina e catarata.

A fotofobia ainda não é muito conhecida pelas pessoas. Nas ruas da Grande Vitória, não foi difícil encontrar pessoas que, além de nunca terem ouvido falar da fotofobia, exibiam os óculos comprados por “R$ 30,00”.

A vendedora Débora Souto desconhece os males que os óculos escuros sem proteção contra raios ultravioleta podem causar. Para ela, o preço é que faz a diferença na hora de escolher o modelo e lugar para comprar. “Não sei o que é fotofobia, nunca ouvi falar. Eu sempre compro óculos em camelô porque eu não tenho dinheiro para comprá-los em uma ótica. Mas não sei dos problemas que esses óculos podem trazer para minha vista”.

Há quem já possui algum problema na vista e, por isso, não arrisca utilizar óculos de sol comprados em camelôs. É o caso da funcionária pública Suely Carvalho. “Estes meus óculos têm proteção contra raios ultravioleta e foi comprado em ótica. Não costumo arriscar, porque eu tenho problema sério de vista”.

O oftalmologista Ubirajara Moulin orienta às pessoas que tenham dúvidas se os seus óculos de sol têm ou não proteção contra raios ultravioleta a procurarem as óticas especializadas para se certificarem. Ele ainda informou que não existe cura para fotofobia, por não se tratar de doença. A melhor solução para a fotofobia são os óculos escuros, afirma Moulin.